Publicidade

Prestes a estrear no Brasileiro como faixa-preta, Fabricio Andrey destaca foco em busca de mais um título

* Com apenas 21 anos, Fabricio Andrey já é considerado um dos grandes nomes da nova geração do Jiu-Jitsu. Graduado faixa-preta em agosto de 2020 – pelas mãos do professor Melqui Galvão – o jovem venceu, desde então, o South America Continental Pro, Brasília International Pro e o Grand Slam de Miami, todos da AJP Tour, além de ter sido bronze no Pan da IBJJF, em setembro.

Em entrevista à TATAME, Fabricio relembrou sua participação no South America Pro, em junho, quando faturou os títulos da divisão até 69kg e do absoluto leve, além de uma premiação de mais de R$ 40 mil. As conquistas, por sinal, foram as primeiras do manauara na elite do esporte.

“Sou novo na faixa-preta, ainda tem muita coisa por vir pela frente. Dinheiro e título são apenas recompensas pelo meu trabalho duro, não foco muito nisso, apenas em dar o meu melhor a cada luta. Fiz um total de oito combates no torneio, fiquei feliz com a minha atuação (oito vitórias), mas não satisfeito. Voltarei com o jogo mais justo e afiado na próxima”, projetou ele.

A próxima parada de Fabricio Andrey acontece neste fim de semana, dias 2 e 3 de outubro, quando ele irá participar do Campeonato Brasileiro da CBJJ – na divisão dos penas -, que este ano acontece na Arena da Juventude, em Deodoro, no Rio de Janeiro.

Pronto para estrear na importante competição como faixa-preta, o manauara vai representar a equipe Fight Sports Brasil. Parceiro de longa data de Melqui e Mica Galvão – jovem que também é considerado uma das maiores promessas do esporte -, Andrey comentou a respeito:

“Depois do South America Pro fiquei em Manaus, treinando com o mestre Melqui. Ele é muito mais do que um professor, é um pai para mim, então o que ele decidir (sobre equipe), estou junto até o fim. Os treinos foram focados em força e gás, e o time me puxa todos os dias”, disse o jovem, que também mira o Mundial da IBJJF, marcado para dezembro, nos Estados Unidos.

“Para mim os treinos nunca pararam, e a expectativa é sempre a melhor em relação ao Mundial de Jiu-Jitsu. Estou me preparando todos os dias para chegar no meu melhor momento e ser campeão mundial no meu primeiro ano de faixa-preta”, encerrou o lutador de apenas 21 anos.

* Por Diogo Santarém

Publicidade
Publicidade